terça-feira, 5 de abril de 2016

O Fla x Flu da política em Várzea




A política local e as velhas praticas, das grandes e influentes famílias.

Imagem: https://goo.gl/efcGdq
Não é de hoje que vivemos um ciclo de encontros e desencontros por causa da política local. Esses encontros acontecem devido a uniões políticas, e consequentemente acarreta os desencontros. Devido a esse ciclo de uniões e desuniões, as conformidades políticas mudam, as vezes de forma rígida, aqueles que antes faziam oposição ferrenha, passam a aplaudir de pé seu novo parceiro.

E sabido de todos, isso tudo citado no parágrafo anterior, e também é sabido que esse ciclo, por mais que se altere, de vez em quando, permanece com os mesmos participantes. Como se fosse uma partida eterna do Flamengo e Fluminense, com toda aquela paixão.

Esse paixão que cega, que gera tensões e promove a discórdia, é recorrente. Aqui em Várzea, ela se chama Bacurau versus Corujão. Paixão essa que ocorre a décadas, desde a polarização de dois partidos, PMDB E PFL(DEMOCRATAS), apesar da mudança na conjuntura dos partidos protagonista aqui em Várzea, as figuras participantes ainda permanece as mesmas, por isso, sempre hão de perguntar em qual lado o eleitor está, do Bacurau ou do Corujão.

Dito tudo isso, o que podemos lembrar e relembrar é: aquela realidade onde apenas dois partidos e dois ideias disputava o executivo não existe mais. O que existe é apenas os mesmo participantes, que ora estão no poder e em outro momento não. E esse jogo de troca de poder tem gerado tensão, tensão essa que apenas divide e subtrai, em nada gerando de positivo.

Acabou-se o tempo de ingenuidade, agora é hora de enfrentar os temores que assolavam a nossa Sociedade Varzeana, e assim pensar em um outro rumo. Um rumo de verdades, um rumo de compromisso, deixando pra trás as práticas nada saudável a democracia e a participação.
Por isso, temos que escolher bem, e no meu ponto de vista, aqueles que compõem a velha política, que estão anos com as velhas práticas de compra de votos, ou com dinheiro, ou com favores, eles já não servem para essa nova realidade.

Então, basta de Bacurau e de Corujão. Somos todos Varzeanos e amamos nossa cidade.

Adriano de Alexandria Editor